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Ouvimos falar sobre o colesterol com muita frequência, especialmente quando o assunto é saúde do coração. Mas será que realmente entendemos bem sobre essa substância? Listamos algumas informações essenciais para você, que deseja cuidar melhor da saúde e evitar problemas cardiovasculares. Quer entender melhor? Continue lendo!

1. Colesterol é necessário ao organismo

Como assim, uma substância que causa problemas cardiovasculares é essencial para nossa sobrevivência? Aí está o segredo: existem dois tipos de colesterol, um deles lhe prejudica e o outro é necessário para a formação de diversas substâncias. O tipo bom é necessário para a formação de células, como músculos, pele, fígado, nervos, intestino, células do cérebro e do coração. Além disso, ele é utilizado na fabricação de hormônios e ácidos digestivos. 

Para incluir o colesterol bom na sua alimentação você deve procurar alimentos, como abacate, peixes e castanhas. Todos eles são considerados gordurosos, no entanto, possuem gorduras boas e que ajudam o organismo a funcionar melhor. Lembre-se de ficar longe de versões desses alimentos fritos ou com acréscimo de açúcar. 

2. Colesterol ruim causa problemas cardiovasculares

O colesterol ruim em excesso é responsável por uma série de problemas cardiovasculares. Suas moléculas circulam na corrente sanguínea ligadas a lipoproteínas, o tipo ruim é o LDL. Quando fizer o exame de sangue, fique atento aos resultados e não se prenda à quantidade total de colesterol. Afinal de contas, consumir bastante colesterol bom (HDL) até ajuda na prevenção de problemas cardiovasculares. 

3. Colesterol demais está relacionado a fatores genéticos e alimentares

Somente cerca de 20% do colesterol que temos no organismo vêm diretamente da nossa alimentação. Os 80% restantes são resultado da capacidade do fígado de processar o colesterol e eliminá-lo. É aí que encontra-se o problema, já que essa capacidade é genética. Pessoas que possuem familiares próximos com colesterol ruim em excesso têm forte tendência de desenvolver o problema, mesmo comendo de maneira saudável. 

4. Pessoas magras também têm colesterol alto

Apesar do risco de problemas cardiovasculares ser mais alto em indivíduos obesos, o colesterol ruim em excesso não é exclusivo de quem está mais gordinho. Pessoas magras também podem desenvolver o problema, seja porque se alimentam mal ou por motivos genéticos. Por isso, é importante fazer exames de rotina para avaliar a quantidade de colesterol, não importando a sua condição de saúde. Quem é aparentemente saudável pode ter problemas por causa da genética da sua família. 

5. Colesterol ruim forma placa de ateroma

As doenças cardiovasculares demoram décadas para serem descobertas, porque o colesterol demora a causar problemas. Ele se deposita na parede interna das artérias e vai se acumulando, formando o que chamamos de placa de ateroma. Aos poucos essas placas começam a obstruir o vaso. Quando não são detectados a tempo podem causar um infarto ou um AVC. 

6. Outros fatores de risco

Como falamos, as doenças cardíacas se formam ao longo de décadas e podem não gerar sintomas durante boa parte do tempo. Combinando isso com o fato de que controlar o colesterol somente com a alimentação é muito difícil, vale a pena mencionar que ainda é preciso cuidar para não deixar que outros fatores de risco surjam. Além do colesterol ruim, ainda existem fatores que aumentam as chances de um problema cardíaco, como glicose em excesso, pressão alta, fumo e peso demais. Manter tudo isso sob controle ajuda a evitar que o colesterol cause algum tipo de problema. 

7. Estilo de vida também influencia

Se boa parte do colesterol na corrente sanguínea tem ligações genéticas, quer dizer que não preciso me cuidar? Claro que não é assim. Um estilo de vida saudável diminui muito as chances de desenvolver problemas cardíacos por causa dessa substância. Praticar atividades físicas, comer pouca gordura saturada e não fumar já ajudam você a ter uma vida mais longa e com menos problemas de saúde. 

8. O colesterol deve ser medido a partir dos 10 anos

Muita gente deixa para fazer exames de rotina depois dos 30 ou 40 anos, quando o médico realmente começa a insistir. No entanto, isso pode fazer com que doenças sejam diagnosticadas somente em estágios bem mais avançados. O ideal é controlar o colesterol através de exames desde cedo, mais exatamente a partir dos 10 anos de idade. Assim, a criança consegue tratamento rápido quando os níveis de colesterol estão elevados e evita problemas na vida adulta. 

9. O tratamento do colesterol é contínuo

Depois de descobrir que você tem os níveis de colesterol elevado não adianta mudar o estilo de vida e tomar remédios por alguns meses. Esse tratamento é contínuo e deve continuar ao longo de toda a vida. É preciso controlar os níveis de colesterol regularmente para evitar que o risco de problemas cardiovasculares suba. 

10. O tratamento é eficiente

O objetivo do tratamento de colesterol alto é diminuir a mortalidade por problemas, como AVC e infarto. Ele é bastante eficiente nesse objetivo, por isso é tão importante procurar um bom médico assim para descobrir se os níveis de colesterol estão elevados. 

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