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Siga as dicas de um médico cardiologista para manter a pressão estável.

Provavelmente você já ouviu alguém comentando que tinha “pressão alta”, não é mesmo? Mais conhecida como hipertensão arterial entre profissionais da área e hospitais, a doença está tornando-se cada vez mais comum. Ela é caracterizada por um aumento anormal da pressão nas artérias que transportam sangue pelo organismo. 

Em situações normais, o sangue exerce uma certa pressão sobre as artérias ao ser bombeado pelo coração. No entanto, o tecido elástico e super resistente dos vasos está preparado para aguentar tal pressão. Ou seja, não existem riscos de doenças ou complicações. 

Ao longo do dia é normal que essa pressão varie. Quando deitamos ou relaxamos ela diminui, por exemplo, já que os tecidos não precisam de tanta energia. Já ao praticar atividades físicas ou até sofrer estresse ela aumenta. É o modo de “fuga ou luta” do corpo preparando os tecidos para exercerem força máxima em uma possível emergência. 

Como um cardiologista pode explicar, essa variação é perfeitamente normal. Então quando um indivíduo é considerado hipertenso? Ele enquadra-se nesse grupo caso sua pressão seja maior ou igual a 14 por 9 durante a maior parte do dia. Algumas entidades consideram como hipertensos quem possui a pressão arterial maior do que 13 por 8 na maior parte do tempo, no entanto essa alteração ainda não ocorreu em entidades brasileiras. 

Como a pressão arterial é calculada

A pressão arterial é medida usando um aparelho chamado esfigmomanômetro, em conjunto com um estetoscópio, que ajuda a ouvir o batimento cardíaco. Os números registrados são divididos em dois: 

  • Pressão sistólica: registra o momento que o coração contrai para liberar o sangue. Recomenda-se que não passe de 12mmHg; 
  • Pressão diastólica: é a segunda fase da circulação, quando o sangue retorna ao coração. Recomenda-se que não passe de 8mmHg. 

Ao contrário do que muitos pensam, não é só o aumento da pressão diastólica que apresenta sinal para alarme. Um aumento em qualquer uma das pressões pode indicar problemas e precisa de atenção médica. 

Causas da doença de acordo com médico cardiologista

A doença pode ser herdada por filhos que possuem pais hipertensos. Isso ocorre em 90% dos casos, mas não é só o fator genético que faz alguém precisar de um cardiologista por causa de hipertensão. 

Outros fatores de risco podem levar alguém a desenvolver o problema, mesmo sem histórico familiar. Entre eles os mais comuns incluem: 

  • Tabagismo; 
  • Exposição à poluição; 
  • Consumo de sal em excesso; 
  • Sedentarismo; 
  • Apneia do sono; 
  • Sono irregular; 
  • Estresse; 
  • Obesidade; 
  • Níveis altos de colesterol; 
  • Consumo de bebidas alcoólicas em excesso

Perceba que boa parte dos fatores de risco são relacionados ao estilo de vida de cada um. Mais à frente falaremos sobre como mudar tais hábitos para conseguir prevenir a hipertensão. 

Diagnóstico de acordo com médico cardiologista

A melhor forma de diagnosticar um quadro de hipertensão é medir a pressão regularmente. Como mencionamos, é normal sofrer um aumento de pressão arterial ao longo do dia. Por isso, somente uma ocorrência de pressões que passam o indicado 12 por 8 não significa que existe motivo para alarme. 

No entanto, se as alterações de pressão persistirem ao longo do dia e em outros dias da semana é sinal que o cardiologista deve ser consultado. Pessoas com mais de 20 anos devem medir a pressão e visitar um especialista pelo menos uma vez ao ano. 

Quem possui histórico familiar da doença está no grupo de risco. Portanto, deve realizar a medição e controle com um médico duas vezes ao ano. O mesmo se aplica a quem se enquadra em um ou mais fatores de risco que mencionamos acima. 

Alguns sintomas comuns também podem indicar a presença da doença, como: 

  • Falta de ar; 
  • Dor de cabeça; 
  • Tontura; 
  • Zumbido; 
  • Dores no peito. 

Ao perceber qualquer um desses sintomas é preciso procurar um médico cardiologista em um hospital ou clínica de cardiologia para o diagnóstico. O especialista recomendará alguns exames para confirmar o quadro de hipertensão e avaliar possíveis danos ao coração. Só depois é possível iniciar o tratamento para controle do quadro.

Médico cardiologista informa e dá dicas para controlar a hipertensão arterial

Possíveis complicações

O órgão mais afetado pela pressão alta é o coração. Quando ela não é controlada a tempo esse órgão pode sofrer fadiga e causar problemas sérios ao indivíduo. Alguns casos chegam a óbito por causa de AVCs e infartos. Outras complicações incluem: 

  • Infarto agudo do miocárdio; 
  • Aceleração de quadros de aterosclerose; 
  • Insuficiência cardíaca; 
  • Acidente vascular cerebral (AVC); 
  • Perda da função dos rins; 
  • Perda de visão. 

Em 2016 foram registrados mais de 49.000 mortes por causas relacionadas à hipertensão arterial. Considerando que cerca de 60% da população acima dos 65 anos de idade é diagnosticada com a condição, a prevenção e tratamento precoces tornam-se ainda mais importantes. 

Tratamento

O quadro de hipertensão arterial pode ser controlado através do tratamento adequado com um cardiologista. Em geral, casos do tipo exigem medicações para evitar o aumento da pressão arterial. Por serem remédios de uso contínuo eles são oferecidos gratuitamente pelo SUS (sistema único de saúde). 

Além disso, o indivíduo deve alterar seus hábitos e estilo de vida para evitar complicações decorrentes da doença. Parar de fumar e controlar a ingestão de bebidas alcoólicas são especialmente importantes. Ficar de olho no peso também apresenta bons resultados para controlar o aumento da pressão arterial. 

Como prevenir o quadro segundo médico cardiologista

Lembre-se: a hipertensão arterial não tem cura e suas complicações podem deixar um paciente internado em hospitais em estado grave. Por isso, o mais recomendado é prevenir a doença desde cedo. A prevenção é indicada para todos, mesmo quem não possui histórico da doença na família ou ainda não está no grupo de risco. 

Como as chances de desenvolver pressão alta aumentam com a idade realizar esses hábitos também garante maior qualidade de vida na velhice. Confira os 10 passos básicos de prevenção: 

  1. Controle o peso. Quanto mais acima estamos do peso ideal, maior é o esforço exercido pelo coração para bombear sangue; 
  2. Pratique atividades físicas regulares, elas contribuem para a saúde do sistema respiratório e circulatório; 
  3. Reduza o consumo de sal, pois o mineral leva à retenção de líquidos e pode desencadear hipertensão ao longo do tempo; 
  4. Evite bebidas alcoólicas, elas devem ser eliminadas da dieta ou consumidas com moderação; 
  5. Mantenha uma dieta saudável incluindo gorduras saudáveis, verduras, vegetais e dando preferência a cortes de carne magros; 
  6. Use medicamentos somente com prescrição médica. Alguns anti-inflamatórios e anticoncepcionais, por exemplo, elevam a pressão e não devem ser tomados por quem está no grupo de risco; 
  7. Deixe de fumar, as substâncias tóxicas prejudicam todo o sistema circulatório; 
  8. Controle o estresse e tente praticar atividades relaxantes durante o dia; 
  9. Mantenha os exames médicos e consultas de rotina em dia; 
  10. Meça a pressão pelo menos uma vez ao ano independente de sua idade ou de estar ou não no grupo de risco. 

Com esses cuidados é possível prevenir boa parte dos casos de hipertensão. Faca check ups preventivos com um médico cardiologista no Hospital Amazônia, o seu hospital do coração, e diminua a quantidade de visitas em hospitais em Belém que você deverá realizar.

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